Página arquivada em: 8000 km pela Europa, Áustria
Tínhamos chegado a Viena, Áustria, no dia anterior, vindos de Praga, República Checa. Estávamos instalados numa Pousada da juventude da rede Strawberry (veja outros alojamentos – hotel Viena) e tínhamos como plano para aquele dia visitar Viena. Mas, às oito da manhã, o meu primo bateu-me à porta do quarto a dizer que sua mulher estava com fortes dores nos rins e que tinha que ir para um hospital…

Decidimos pedir à recepção que chamasse uma ambulância pois, já que nenhum de nós falava alemão, seria mais fácil que fossem eles a explicar as direcções e os sintomas. Chegaram pouco depois e eu fui na ambulância para ir explicando aos paramédicos o que se passava. Fomos levados para um hospital apenas dois ou três quarteirões abaixo(!).
Resumindo a história, foram feitos todos os exames e mais alguns naquele hospital que mais parecia um hotel de 4 ou 5 estrelas. Havia uma pedra na uretra e pouco a fazer a não ser beber água e andar para que ela se desfizesse ou desencalhasse. Entretanto, tinha passado a manhã. Depois da doente muito insistir connosco lá concordámos, a Cláudia e eu, que não ficávamos a fazer nada no hospital, à espera. Aliás, só atrapalhávamos. Fomos, pois, quase expulsos do hospital para irmos visitar Viena e os seus monumentos.
Cidade construída nas margens do rio Danúbio, Viena, capital da Áustria (Wien, em alemão; Vienna, em inglês) é também um dos nove estados do país. Viena é a cidade com mais população da Áustria (1.7 milhões) e o centro cultural, económico e político. A qualidade de vida dos residentes é uma das melhores do mundo. É, inclusivamente, a sede de organizações internacionais tais como a ONU (Organização das Nações Unidas) e a OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo).
Fundada por volta de 500 a.c., Viena foi originalmente uma povoação celta. No ano 15 a.c. tornou-se uma cidade fronteiriça romana, que defendia o império das tribos germânicas do norte. Durante a Idade Média acolheu a dinastia de Babenberg e, a partir de 1440, a Casa de Habsburgo. Viria, então, a crescer e a tornar-se a capital do Sacro Império Romano-Germânico e um centro cultural de artes, ciências e música (todos já ouviram falar da Orquestra Filarmónica de Viena, dos Cantores de Viena, da Ópera de Viena e de compositores que aqui mostraram ao público as suas obras (como Mozart).

Nos séculos XVI e XVII, os exércitos do Império Otomano foram parados às portas da cidade. Em 1804, Viena tornou-se a capital do Império Austríaco, em 1867 do Império Austro-Húngaro e, mais tarde, a da Primeira República Austríaca (nome histórico da República da Áustria, que surgiu em 1918, após a Primeira Guerra Mundial).
Em 1938, Adolf Hitler fez uma entrada triunfal na Áustria anexando-a à Alemanha. Desde esta data até ao fim da Segunda Guerra Mundial, Berlin passou a ser a capital. Em 1945, os soviéticos libertaram Viena dos alemães. Foi, então, dividida em quatro zonas, cada uma governada por um dos Aliados (Inglaterra, Estados Unidos, França e União Soviética), à semelhança de Berlim mas com uma diferença: a área central de Viena tinha uma zona internacional, na qual o poder alternava mensalmente entre as quatro forças presentes. Durante os 10 anos da ocupação estrangeira, Viena foi palco de espionagem internacional entre os blocos Ocidental e Oriental.
Com uma longa tradição no campo das artes, Viena tem uma série de teatros com óptima reputação tais como o Burgtheater, o Volkstheater e o Theater in der Josefstadt.
Existem, também, algumas casas de ópera como a Staatsoper e a Volksoper (esta última dedicada à típica opereta vienense). Os concertos de música clássica podem ser especialmente ouvidos em Wiener Musikverein (sede da Orquestra Filarmónica de Viena) e Wiener Konzerthaus. São frequentes as actuações, nestas salas e noutras, de obras de compositores ilustres da música vienense (essencialmente Wolfgang Amadeus Mozart e Johann Strauss). No ano 2000 abriu a Haus der Musik (Casa da Música de Viena).
Os bailes vienenses são uma tradição mantida em Viena, com a realização de mais de 200 grandes bailes por ano (alguns com nove orquestras a tocar ao vivo). Estes eventos acontecem nos muitos belos palácios da cidade, sendo o principal o Palácio Hofburg. O mais internacionalmente conhecido de todos é o Baile da Ópera, para as grandes personalidades. Mas qualquer vienense de classe média visitará alguns ao longo da sua vida.
Existe uma grande variedade de estilos arquitectónicos na capital da Áustria. Entre eles encontram-se o Romântico, o Barroco, o Clássico e o Art Nouveau. A arquitectura moderna está representada em construções como a Hundertwasserhaus, de Friedensreich Hundertwasser.

O edifício mais alto da cidade de Viena é a Torre do Milénio, com 202 metros de altura. No entanto, as construções em Viena são, na sua maioria, relativamente baixas pois a legislação pretende preservar o centro da cidade, que foi considerado Património Mundial pela Unesco, em 2001.
Há muito para ver e fazer em Viena de Áustria. Nesta viagem não pudemos visitar tudo (descrição mais abaixo) mas, se viajar para lá, vai ter que escolher entre imensos monumentos, museus, ruas, parques,…
Um dos maiores museus de arte do mundo num palácio que é, ele próprio, uma obra de arte. Contém a colecção da Casa de Habsburgo que inclui artistas como Rafael, Caravaggio, Bosh e Brueghel; uma galeria fotográfica; arte antiga do Egipto, Grécia e império Romano.
Colecção de jóias, coroas e outros artigos valiosos da colecção dos Habsburgos.
Esta é a mais nova e maior secção do Palácio Imperial. Inclui o Museu Etnológico e algumas áreas do Museu das Artes (arte Clássica da Ásia Menor, a Colecção de Instrumentos Musicais Históricos e a Colecção de Armas).
Situado fora das muralhas da cidade, este edifício destinava-se a ser a residência de Verão do Princípe Eugénio de Sabóia. Hoje em dia, alberga a Galeria de Arte Austríaca. Encontra-se no centro de um enorme parque.
Tem a maior colecção de mobílias do mundo, incluindo mobiliário de todos os imperadores austríacos desde Carlos VI e peças de arquitectos e designers contemporâneos.
Local com imensos museus e instituições culturais, esta zona é, também, um agradável espaço urbano onde as pessoas passam algum tempo sentadas num dos cafés ou a jogar boccia (desporto em que os atletas portugueses se destacaram nos Jogos Paraolímpicos de Atenas 2004 e Pequim 2008). Nesta área podem-se visitar o Leopold Museum e o MUMOK. As combinações de bilhetes para entrar nestes vários museus de Viena são mais baratas do que comprar bilhetes individuais. Nesta área existe acesso grátics à internet de banda larga wireless.

Este enorme museu vienense recentemente renovado exibe diversas máquinas, meios de transporte, equipamento electrónico, etc.
Mostra minerais (grande colecção de meteoritos) fosséis, reconstruções de esqueletos. Também tem uma secção antropológica.

Museu recente com experiências interactivas no mundo da música bem como exposições sobre a história da Orquestra Filarmónica de Viena e acerca da história da cidade enquanto centro de composição musical (Mozart, Haydn, Beethoven, Mahler, Schuber, etc.).
Outrora um palácio, hoje é um dos mais populares locais de exposições de Viena, especialmente de arte moderna.
Colecção privada do Pincípe do Liechtenstein exposta na sua antiga residência de Viena. Tem, essencialmente, pinturas barrocas (muitos Rubens).
Um museu enorme com armas e mapas militares de diferentes períodos. Também nele se pode ver o carro descapotável onde o arquiduque Franz Ferdinand, o último princípe austríaco, foi morto a tiro em Sarajevo. A sua morte viria a provocar a Primeira Guerra Mundial e a queda do Império Áustro-Húngaro.
Documenta a vida dos judeus residentes em Viena (alguns deles famosos como Zweig, Freud, Mahler e Schoenberg. Ligada ao museu existe uma sinagoga medieval subterrânea, a única sinagoga histórica que sobreviveu à Segunda Guerra Mundial.
Este palácio de Verão da Casa de Habsburgo e os seus jardins, situados não muito longe do centro da cidade de Viena, foram inscritos na lista da Unesco como Património Mundial. Neste local reuniram-se John F. Kennedy e Nikita Khruschchev, no auge da Guerra Fria. Pode ser comparado, em grandeza, ao Palácio de Versailles, em Paris, e contém um dos mais antigos zoos do mundo. É possível visitar com ou sem guia os quartos e o jardins.
Este gigantesco complexo de edifícios, que começou por ser um castelo medieval, cresceu ao longo dos anos e foi a residência dos imperadores de Habsburgo até 1918. Neste momento, incorpora os escritórios do Presidente da Áustria, um centro de convenções e a Escola de Equitação Espanhola. Há, no Palácio de Hofburg, vários museus abertos ao público tais como os Apartamentos Imperiais, o Museu de Sissi e a Colecção de Prata Imperial.

Existe um bilhete, o Sisi Ticket, que permite visitar o Palácio de Schonbrunn, a Colecção de Mobiliário Imperial e o Palácio de Hofburg (incluindo os seus museus, citados acima) por cerca de 23 EUROS (adultos) ou 12 EUROS (jovens entre os 6 e os 18 anos). A poupança é de 15%.
Para além desta opção há o Cartão de Viena, bastante mais abrangente. Durante 72 horas, e por cerca de 19 EUROS (barato), os benefícios são tantos que não dá para os enumerar todos aqui. Mas é importante referir que o metro, os autocarros e os eléctricos são gratuitos. Existem descontos a partir de 10% em museus, exposições, visitas guiadas, teatros, concertos, compras, restaurantes, cafés e tabernas. Com cada cartão de Viena, a entrada em alguns locais com crianças até aos 15 anos é grátis ou com desconto. Pode-se comprar no aeroporto de Viena, em estações de comboios, no Posto de Turismo da Albertinaplatz, na recepção de muitos hotéis de Viena e na loja online.
Esta é a maior catedral Barroca a norte dos Alpes. Foi desenhada pelo famoso arquitecto Bernhard Fischer von Erlach, os frescos foram pintados por Michael Rottmayre e as pinturas são dos pintores barrocos italianos Sebastiano Ricci e Giuseppe Antonio Pellegrini e do austríaco Daniel Gran. Pode-se fazer uma visita virtual no site oficial de Karlskirche (em alemão).
A Stephansdom uma igreja em diversos estilos arquitectónicos, mas predominantemente gótica. Hoje em dia não restam nenhumas construções originais, sendo as mais antigas o portão Riesentor e a torre Heidenturme (românticos). Na Sudturm (torre sul) está um gigantesco sino, chamado Pummerin, que foi feito com metal fundido de canhões turcos. Nas catacumbas perto da catedral estão guardadas partes dos corpos de legiões de bispos e de membros da família de Habsburgo.

A Casa da Ópera de Viena é, talvez, o mais conhecido e acarinhado símbolo das artes Vienenses. A construção original, sob as ordens do imperador Franz Josef I, decorreu entre 1861 e 1869. Mas, naquela altura, a sua arquitectura não agradou aos habitantes da cidade de Viena. Um dos dois arquitectos não aguentou as críticas e suicidou-se. O outro morreria, semanas mais tarde, de ataque de coração. Foi no ano da sua construção que teve lugar o primeiro espectáculo – a ópera Don Giovanni, de Wolfgang Amadeus Mozart. Durante a Segunda Guerra Mundial sofreu bombardeamentos que destruíram uma grande parte do edifício. Após os dez anos de controlo dos aliados e a reconstrução reabriu com a ópera Fidelio, de Beethoven.
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Quanto a nós, a Cláudia e eu, saímos do hospital preocupados, sem grande vontade, mas fomos conhecer Viena. A primeira impressão da cidade é que é enorme! Já andei a pé em cidades grandes como Londres e Banguecoque, muito maiores até, mas fiquei com a sensação que Viena nunca mais acabava. Tínhamos chegado de Praga e as distâncias que pareciam iguais no mapa de Viena faziam-nos caminhar e caminhar e caminhar. Mas talvez fosse do momento…
Seguindo pela rua Mariahilfer chegámos ao Museumsquartier (“Quarteirão dos Museus”) e andámos por ali. Depois, passámos pelo Museu de História Natural, junto à zona pedonal da Plaza de Maria Therezien (Praça de Maria Teresa) e atravessámos o Ring (Anel). Esta enorme avenida foi construída após a destruição das muralhas da cidade, em 1857. Rodeia o centro da cidade de Viena, onde se podem ver edifícios governamentais, mansões privadas, grandes praças e parques, monumentos e elegantes cafés.
No outro lado do Ring encontrámos a Heldenplatz (Praça dos Heróis), nesta altura plantada com hortas que pretendiam comemorar os 60 anos do fim da Segunda Guerra Mundial. Durante os bombardeamentos dos aliados os alimentos escasseavam e sair para os ir buscar era extremamente perigoso. Por isso, os jardins foram transformados em hortas para alimentar a população.
Junto à praça vimos, por fora, o imponente (tudo em Viena o é) Palácio de Hofburg. Indo pela esquerda vêem-se os jardins de Hofburg, o parlamento, a Minoritenkirche (igreja), a Rathaus (Câmara Municipal) e o Burgtheater. Passando por um túnel à direita dá-se a volta ao palácio e à Biblioteca Nacional até chegar à Michaelerplatz.
Andámos a visitar Viena por aquela extensa zona pedonal e voltámos ao Ring, a sudeste, para ver a Casa da Ópera de Viena. Comprámos o bilhete combinado para fazer o tour da Ópera de Viena e do seu museu (6.50 EUROS, para adultos; 5.50, para maiores de 65 anos; e 3.50, para estudantes e crianças). Tudo é majestoso aqui. As paredes, os fatos, os bustos de compositores, os candelabros, a sala de espectáculos, o palco e os bastidores. O auditório tem 1700 lugares e o palco uns impressionantes 27 x 24 metros. Por trás deste, atrás das cortinas, está um outro palco (mesmas dimensões) com acesso apenas aos artistas e aos visitantes. Os bilhetes para os espectáculos estão, quase sempre, esgotados um mês antes! Podem-se tentar comprar uns vendidos à última hora ou lá nos camarotes do topo, onde não se vê nada (por não haver ângulo suficiente que permita ver o palco) mas ouve-se. Alguns destes lugares são em pé.
Depois da visita à ópera subimos a Karntnerstrass, uma das avenidas comerciais mais caras do mundo. No topo encontrámos a movimentada Stephansplatz e a Stephansdom (Catedral de Santo Estevão). Na praça, alguns artistas de rua atraíam multidões dançando hip hop. Observámo-los durante um bocado e, a seguir, entrámos na catedral. A não perder.
Fizemos umas compras num supermercado com muito bom aspecto (ainda que não tão organizado como os da Suíça). Ainda descobrimos, por acaso, a Casa da Música de Viena e entrámos. As experiências interactivas são interessantes e ao alcance de todos. Já se ia fazendo tarde e estávamos a ficar mais preocupados com a situação no hospital. Por isso decidimos voltar.
A doente não estava melhor. Ainda tinha dores e a pedra ainda lá estava. Se não saísse até ao outro dia de manhã teriam que operar. Naquela noite dormiria no hospital. Só nos restava esperar pelo segundo dia em Viena…
Se só agora descobriu o Foto Viajar, leia tudo sobre esta viagem na Europa (8.000 km) desde o início.
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April 12th, 2009 on 12:10
cadê o palaácio da Sissi???k pecado!!!!
April 12th, 2009 on 12:46
Olá, mana marafada. O palácio da Sissi, ou seja, a sua residência de Verão é o Palácio de Schönbrunn. Mas obrigado pela pergunta. Podia ter-me esquecido e até fui investigar outra vez.
April 18th, 2009 on 10:19
Estou em Italia ha um ano e meio, como todo psicanalista penso eu, sonho em visitar Viena,,,pois sabemos q la è o berço da psicanalise…onde se encontra a casa da familia de freud antes de serem dispersos, de la freud sai para londres e de la suas tres irmas que nao tiveram a mesma sorte,segue para os campos de concentraçao nazista onde morrem. O que voce me fala neste sentido, o que viu por la, qual a lingua falada,,,meio de transporte, gastos previstos, tempo necessario para visita..obrigada! Um grande abraço.
April 18th, 2009 on 12:29
Olá, Luciene. De facto a vida e o trabalho de Freud são muito interessantes. A minha passagem por Viena não incluiu a visita a muitos museus pelas razões que descrevo nos artigos.
Sei que existe um Museu de Freud mas o site parece não estar a funcionar. Vá tentando. Também encontrei alguma informação acerca deste museu aqui.
Se precisa de ir de Itália para Viena uma boa opção é o comboio. No site International rail pode ficar a saber mais detalhes sobre itinerários e preços.
A língua que se fala na Áustria é o alemão mas se souber inglês consegue, perfeitamente, comunicar. Os gastos da viagem dependem sempre do que consumir e do hotel onde ficar. Experimente a pousada da juventude que refiro nos artigos. Tenha sempre noção que Viena deverá ser mais cara do que a Itália. Finalmente, quanto ao tempo para a visita devo dizer que eu fiquei dois dias e meio. Mas se decidir ficar um mês inteiro de certeza que as coisas que há para ver não se esgotam. Siga os meus links para atracções em Veneza e veja o que lhe interessa.
Boas escolhas e boa viagem
June 26th, 2010 on 11:16
Boa noite, não ficou muito claro para mim se vale a pena comprar o cartão viena… pq me parece q ele oferece apenas descontos nos museus…. e se entendi direito…..vale como “ticket” para onibus, metro….??? pretendo ficar mais ou menos 3 dias em viena e visitar os principais museus….
obrigada
June 27th, 2010 on 3:34
Olá, Clarice. O Cartão Viena, válido por 72 horas, dá descontos em muitos locais da capital da Áustria, incluindo museus (normalmente, 10% a 40%). Os bilhetes do autocarro (onibus), metro e eléctrico (bonde) são grátis. O Cartão Viena custa 18,50 euros. Para saber se compensa, faça as contas tendo em conta os monumentos que pretende visitar e os transportes públicos que vai utilizar.
June 27th, 2010 on 4:07
Luis, muito obrigada pela dica!!!! O seu site é muito legal! Só mais uma coisinha…para uma viagem praga/viena/budapeste vc recomenda qtos dias em cada, para uma viagem com certa tranquilidade???
obrigada
July 2nd, 2010 on 2:18
Bem… eu nunca estive em Budapeste e não posso falar da capital da Hungria. Numa opinião muito pessoal, considero Praga uma cidade lindíssima e com um ambiente fantástico. Já Viena é, certamente, grandiosa mas não apaixonante como Praga. Por outro lado, Viena é bastante maior e terá mais coisas para ver. O meu conselho é que faça uma lista dos monumentos que quer ver em cada uma e acrescente um 1 dia ou 2 para relaxar e sentir as 3 cidades. Depois, faça as suas contas. Se tiver tempo para visitar Viena, Praga e Budapeste pense em 5 dias em média para cada uma. Depois, seja flexível e aumente ou diminua o número de dias consoante o que estiver a sentir no momento. Boa viagem.
July 4th, 2010 on 5:22
Luis,
Eu e minha filha adoramos o seu site. Temos intenção de viajar de carro pela Europa ( Berlin, Praga, Viena, Budapeste, etc.), mas ouvimos dizer que a parte oriental da Europa não é muito propicia em termos de segurança, estradas, valores para aluguel de carros, etc. Gostaríamos de saber sua opinião.
Obrigada.
July 5th, 2010 on 1:01
Olá, Margarida. Vai fazer uma viagem na Europa inesquecível, de certeza. Quanto às suas perguntas, não sei exactamente todos os países onde pretende ir mas as cidades que referiu são bastante seguras e as estradas bastante boas. Não vai ter problema nenhum de certeza. Relativamente ao custo de vida, a República Checa deve ser o país mais baratos dos que mencionou. A Alemanha e a Áustria já são mais caros mas se escolher bem as suas despesas não são nada de incomportável. Procure Pousadas da Juventude para poupar mais dinheiro. O ambiente é sempre descontraído e há pessoas de todas as idades. Boa viagem.
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